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Relatório de Autoavaliação

:: Relatório de Autoavaliação Institucional 2010

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I - Considerações Iniciais

Em 27/03/2002, por força da Portaria nº 803, a Faculdade Estácio de Natal, ainda com o nome de Faculdade Câmara Cascudo, obteve sua autorização para funcionar, sendo o seu nome uma homenagem ao mais renomado intelectual da cidade de Natal, reforçando sua opção pelo desenvolvimento da cultura e da identidade local. Em 2010, a Faculdade comemora oito anos de vida institucional ininterrupta passando, a partir da Portaria nº 1.925 de 19.11.2010, publicada no Diário Oficial da União Crescendo em número de cursos, ampliando seu espaço físico e buscando o seu futuro na sociedade potiguar, pode-se afirmar que o ano de 2010 marcou o fechamento de um processo de maturidade da marca Estácio junto à antiga Faculdade Câmara Cascudo. Passando de quatro cursos âncoras (Administração, Marketing, Turismo e Hotelaria) para os atuais treze cursos autorizados pelo MEC .

Contudo, os cursos de graduação tecnológica (Marketing, Processos Gerenciais, Logística) ainda não abriram turmas por fraca procura de alunos, além dos cursos de Bacharelado em Turismo e Hotelaria terem fechado pelo mesmo motivo, o que revela uma acirrada disputa de mercado na cidade. Deste modo, pode-se dizer que a busca por sustentabilidade financeira é um desafio que vem sendo resolvido gradualmente por esta IES.

Neste mesmo ano de 2010, a Faculdade Estácio de Natal recebeu a visita de avaliação externa do MEC, sendo a mesma avaliada com conceito geral 3. Este conceito está coerente com outro momento do ciclo SINAES que é a autoavaliação institucional, na qual a IES está com média 3,37, de acordo com os seguintes índicesde 22.11.2010, a se chamar Faculdade Estácio de Natal.

Este Relatório Integrado de Autoavaliação realiza uma análise das atividades ocorridas na Faculdade Estácio de Natal referente ao período de 2014, tendo por estrutura lógica a apreciação das dez dimensões da avaliação institucional estabelecidas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004.

Considera-se este relatório uma peça construída de forma conjunta, cujo processo de trabalho contou com a participação de todos os membros da Comissão Própria de Avaliação, em encontros mensais que foram lapidando a compreensão da relevância deste processo para a instituição. Deste modo, contou com o pleno apoio da direção e dos demais setores da referida instituição, os quais disponibilizaram as informações complementares necessárias a sua confecção. Todos trabalharam imbuídos do espírito de cooperação a fim de atingir o objetivo exposto nas orientações gerais para o roteiro da autoavaliação das instituições (CONAES, 2004), o qual preconiza:

A avaliação interna ou autoavaliação tem como principais objetivos produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pela instituição [...] é um importante instrumento para a tomada de decisão e dele resultará um relatório abrangente e detalhado, contendo análises, críticas e sugestões.

A concepção que lastreou o trabalho da CPA da Faculdade Estácio de Natal é a de que a autoavaliação institucional é um momento de reflexão sobre a qualidade da educação prestada pela IES para que se busquem os caminhos de sua realização. Deste modo, constrói o processo de amadurecimento institucional na medida em que a faculdade passa a definir sua concepção de qualidade e analisar formas de atingi-la de modo endógeno.

Outrossim, além do desenvolvimento institucional interno, compreende-se a autoavaliação institucional como um avanço democrático que contribui também no âmbito extra- institucional, possibilitando o aprimoramento das políticas públicas no campo do ensino superior.

Os dados coletados e tabulados nesta pesquisa foram fundamentais para a confecção do relatório, além dos dados qualitativos retirados dos encontros com os discentes e docentes, reuniões com o corpo técnico-administrativo, os registros da ouvidoria da Faculdade Estácio de Natal, as informações disponibilizadas pelo setor financeiro e de Recursos Humanos e o relatório de avaliação externa, produzido neste mesmo semestre.

Durante a confecção deste relatório a metodologia de análise dos dados incorporou ao aspecto quantitativo, indispensável na abordagem de um universo tão grande, elementos qualitativos dos grupos de discussão realizados nas reuniões e das informações inquiridas diretamente aos dirigentes da instituição. Com isto, almejou construir um documento que possa subsidiar o processo reflexivo-formativo da Faculdade Estácio de Natal, sendo fundamental para a gestão institucional.

 

II – As Dimensões da Avaliação Institucional

Aqui, a IES torna claro para si mesma sua realidade, seus anseios e necessidades. Deste modo, nos próximos tópicos realizar-se-á a análise das dez dimensões fundamentais preconizadas pelo SINAES para a avaliação institucional. Como exemplo, de análise destacamos a Dimensão 2: Politicas para o Ensino, Pesquisa e Extensão.

 

DIMENSÃO 2: Politicas para o Ensino, Pesquisa e Extensão.

Objetivo

Ações realizadas

Fragilidades

Potencialidades

Ações propostas

Melhorar o ensino nos cursos de graduação

PIC (cursos on-line) e o Profoco (capacitação presencial)

Falta de esclarecimento sobre as atividades estruturadas autorizadas pelo MEC

Corpo docente muito bem avaliado pelos estudantes

Organização de um calendário de encontros entre curso e alunos

Intensificar a pesquisa e da iniciação científica

Institucionalização do Programa de Iniciação científica e continuidade da Semana Científica

Falta uma política de difusão das produções científicas realizadas na IES

Criação de uma cultura de pesquisa científica na IES

Organização da revista acadêmica

Incrementar a extensão

Expansão das ações de extensão no curso de Direito

Falta de um programa de extensão que articule todos os cursos da IES

Vocação social expressa e reiterada no PDI da IES

Criação de um grande programa de Extensão que englobe todos os cursos da FCC

Consolidar o Programa de Monitoria

Palestra sobre Iniciação à docência durante a Semana de Iniciação científica

Pouco tempo dos estudantes para se dedicarem à monitoria

Existência de bolsas de 25% de desconto para monitores

Organização do Curso para formação de monitores.

Divulgar os Projetos Pedagógicos dos cursos

Revitalização do Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP)

Falta de encontros para discutir o(s) currículo(s) do(s) curso(s) em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais.

Construção do auditório da IES para realização de encontros

Realização do encontro de Revisão curricular para todos os cursos

Viabilizar a empresa Júnior

Apoio à empresa Júnior

Dificuldade em envolver os discentes na empresa Júnior;

Distanciamento de órgãos empresariais e governamentais

Professores com atuação no mercado e perspectiva empreendedora

Envolver os discentes da empresa júnior nos ciclos de Palestras Institucionais ofertados às empresas

Consolidar a Pós-Graduação

Organização do Programa de pós-graduação.

Poucos recursos para a divulgação

Professores capacitados e interessados em lecionar na pós-graduação

Trabalhar com os concluintes uma política de continuação da graduação.

 

O Relatório Final de Autoavaliação foi inserido no sistema E-MEC e encontra-se disponível, na íntegra, na Biblioteca da IES.